Dar, derramar-me num vaso que nada retém e ser fio por onde circulam ventos e marés.
Aspirar as forças que me rodeiam, o sol e o fogo, as fontes que vêm do fundo e do alto, água e ar, e derramá-las no teu corpo, misturador que tudo guarda e transforma para que nada se perca e haja um equilíbrio perfeito entre o mesmo e o outro que tu iluminas.
Dar tudo, dar tanta verdade quanta se possa suportar, e mais, obrigar-te a uma elevação para um grau superior de fulguração...
Amar diz-se raro.
Exige-se respirar as planícies com metade do que somos, e amar é raro porque poucos aceitam a presença do seu gémeo, a boca insaciável de quem todos os dias o vento esculpe e destrói.
Aspirar as forças que me rodeiam, o sol e o fogo, as fontes que vêm do fundo e do alto, água e ar, e derramá-las no teu corpo, misturador que tudo guarda e transforma para que nada se perca e haja um equilíbrio perfeito entre o mesmo e o outro que tu iluminas.
Dar tudo, dar tanta verdade quanta se possa suportar, e mais, obrigar-te a uma elevação para um grau superior de fulguração...
Amar diz-se raro.
Exige-se respirar as planícies com metade do que somos, e amar é raro porque poucos aceitam a presença do seu gémeo, a boca insaciável de quem todos os dias o vento esculpe e destrói.