Quando me decidi pela psicologia, logo de inicio, foi me proposto que escrevesse sobre o assunto... sobre a minha escolha, sobre o porquê de. Isto, há três anos atrás. Desse texto, coloco aqui alguns fragmentos.
«A psicologia é antes de mais, uma constante observação e comunicação, uma aprendizagem através do indivíduo que cada um de nós é, mas também através da colectividade e dos seus contextos. Entendo-a como algo bastante preso à aprendizagem, e não somente ao estudo: estudar é fazer aquilo que os currículos nos determinam, ao passo que aprender é ligar o saber e a ciência à vida e retirar dessa experiência o nosso equilíbrio e bem-estar físico, psíquico, social, enfim, é a procura incessante da estabilidade harmoniosa do nosso comportamento, este que, nem sempre, segue um desenvolvimento linear.»
«No que diz respeito à minha escolha, fi-la preso ás questões da observação, mas também ao motivo que penso fazer parte do comum: a persistente vontade de saber algo mais acerca daquilo que nos move, de tudo aquilo que gera os nossos comportamentos em variadíssimos contextos, tentando com isso, aprofundar o conhecimento acerca de nós próprios. Quem sabe, se, um dia mais tarde, após me conhecer mais aprofundadamente e ter encontrado algures motivos razões que me movem e que me fazem agir de uma maneira e não de outras tantas, talvez venha a ser capaz de desempenhar o papel de um bom psicólogo, apto para deixar que os outros nessa altura usufruam dos meus conhecimentos, para que esses também possam buscar dentro de si aquilo que afinal aqui procuro.»
«Sempre fui um indivíduo, desde bastante novo, atento a tudo o que nos rodeia, nomeadamente e muito em concreto ás atitudes, acções e comportamentos, desde sempre pensado e reflectindo sobre o porquê que subsistia por de trás de cada um deles, bem como das razões escondidas por de traz de diversas motivações. Talvez essa atenção que por vezes poderei não ter concretizado como sendo a minha vocação para a psicologia “a falar mais alto” e tenha realizado ser apenas mera curiosidade, seja a fundamental razão de hoje estar empenhado em ter sucesso nesta união e nesta aprendizagem.»
«Nunca me consideraria um bom psicólogo se entrasse neste universo com o espírito de procura de conceitos e estereótipos, chavões que poderia vir futuramente a aplicar em alguém que solicitasse o meu aconselhamento. É para mim fundamental, em qualquer das diversas áreas de intervenção que existem, a auto-realização para uma posterior tentativa de ajuda a outrem. Portanto a psicologia é para mim, antes de mais, uma procura de mim mesmo. Se o conseguir, calculo que me virei a sentir minimamente apto para ser um bom técnico desta vastíssima àrea.»
«A psicologia é antes de mais, uma constante observação e comunicação, uma aprendizagem através do indivíduo que cada um de nós é, mas também através da colectividade e dos seus contextos. Entendo-a como algo bastante preso à aprendizagem, e não somente ao estudo: estudar é fazer aquilo que os currículos nos determinam, ao passo que aprender é ligar o saber e a ciência à vida e retirar dessa experiência o nosso equilíbrio e bem-estar físico, psíquico, social, enfim, é a procura incessante da estabilidade harmoniosa do nosso comportamento, este que, nem sempre, segue um desenvolvimento linear.»
«No que diz respeito à minha escolha, fi-la preso ás questões da observação, mas também ao motivo que penso fazer parte do comum: a persistente vontade de saber algo mais acerca daquilo que nos move, de tudo aquilo que gera os nossos comportamentos em variadíssimos contextos, tentando com isso, aprofundar o conhecimento acerca de nós próprios. Quem sabe, se, um dia mais tarde, após me conhecer mais aprofundadamente e ter encontrado algures motivos razões que me movem e que me fazem agir de uma maneira e não de outras tantas, talvez venha a ser capaz de desempenhar o papel de um bom psicólogo, apto para deixar que os outros nessa altura usufruam dos meus conhecimentos, para que esses também possam buscar dentro de si aquilo que afinal aqui procuro.»
«Sempre fui um indivíduo, desde bastante novo, atento a tudo o que nos rodeia, nomeadamente e muito em concreto ás atitudes, acções e comportamentos, desde sempre pensado e reflectindo sobre o porquê que subsistia por de trás de cada um deles, bem como das razões escondidas por de traz de diversas motivações. Talvez essa atenção que por vezes poderei não ter concretizado como sendo a minha vocação para a psicologia “a falar mais alto” e tenha realizado ser apenas mera curiosidade, seja a fundamental razão de hoje estar empenhado em ter sucesso nesta união e nesta aprendizagem.»«Nunca me consideraria um bom psicólogo se entrasse neste universo com o espírito de procura de conceitos e estereótipos, chavões que poderia vir futuramente a aplicar em alguém que solicitasse o meu aconselhamento. É para mim fundamental, em qualquer das diversas áreas de intervenção que existem, a auto-realização para uma posterior tentativa de ajuda a outrem. Portanto a psicologia é para mim, antes de mais, uma procura de mim mesmo. Se o conseguir, calculo que me virei a sentir minimamente apto para ser um bom técnico desta vastíssima àrea.»
Agora, como nessa altura, sinto-me disposto a percorrer a restante caminhada, na esperança de um dia obter dela frutos, relativos à busca daquilo que sou, nunca deteriorando a busca da compreensão psicológica aprofundada da realidade que me rodeia.

