Tempo, esse malandro!

Olho o horizonte e o carrocel do pensamento começa uma nova volta que me traz à consciência que o tempo não para: mais, anda depressa! Passaram cinco meses desde que tudo começou.

Há momentos que quero viver como se fossem, agora, ainda, os primeiros, os mais puros, os mais sentidos. Sinto-o. Sei, sabes, sabemos que sinto. Que sentimos. Muitos outros, novos, cheios de vontade, estou (a eles) também de braços abertos.

O saber que alguém é de alguém? Bem, preenche-me antes a alma o saber que te amo com tudo o que de melhor sei dar. Com a vontade de quem fez do sempre a palavra chave de uma relação. É no fazeres total e completamente parte de mim e dos meus dias que busco alimento incessante e que todos os dias tenho vontade de pensar «SEMPRE!».

O passado, embora tenha passado, tem muito mais que memórias prontas a serem guardadas. Lembro-as todos, senão quase todos os dias, porque também isso me traz um sorriso aos lábios, e uma profunda vontade de continuar contigo, ao sabor desse malandro, do tempo que nos uniu.

Amo-te.